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“Mesmo na má fase, não teve um jogo que Ribeiro não construiu uma boa jogada”, defende comentarista

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O retorno do elenco principal do Flamengo aos gramados já está dando o que falar e movimentando mídias esportivas. A incógnita sobre como o Rubro-Negro pode ou não ser escalado, somado as diversas opções no qualificado grupo, estão rendendo bons e prolongados debates referente à temporada 2021.

A má fase de Éverton Ribeiro nos jogos decisivos do Campeonato Brasileiro, por exemplo, é um ponto que ainda abre discussões. Parte da torcida cobrava insistentemente a substituição do meia para que Gabigol e Pedro atuassem juntos, por exemplo. Opção pouco considerada pelo colunista Rodrigo Coutinho.

– Quando o Éverton estava mal no final do Brasileiro, se falava muito isso: “Por que não tira o Ribeiro, recua o Gabigol e usa o Pedro?”. Porque simplesmente o Gabigol é um jogador totalmente diferente. O Éverton é um meia, um cara de condução de bola, de último passe, de drible curto e o Gabigol é mais explosivo. Ele (Gabi) não vai construir jogadas que o Ribeiro construía mesmo em momentos ruins. Mesmo nos piores jogos do Éverton Ribeiro, não teve um que ele não construiu uma boa jogada ou não deu um passe para deixar o companheiro em condição e por ai vai -, pontuou.

Em 219 jogos pelo Mais Querido, Éverton Ribeiro contribuiu com 35 assistências e 33 gols. Na contestada temporada de 2020, marcou mais tentos do que em 2019 (dez a seis), porém esteve menos presente como garçom (oito contra 14).

Já em 2018, marcou novamente dez gols e deu menos assistências do que nos dois anos posteriores: foram sete. O último tento com a camisa do Flamengo aconteceu na goleada sobre o Grêmio, por 4 a 2, em Porto Alegre. Além dele, Gabigol, Arrascaeta e Isla também deixaram suas marcas.

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